Capítulo Dez

Imagens – O Barão da Ferrovia

1852 - 1860


 

 

Referencias

01. Brasão de armas do Barão de Mauá – Luis Aleixo Bolanger – Impressão sobre papel, 1858 – Museu Histórico Nacional

02. Recibo de pagamento feito por Mauá pelos “direitos da carta de privilégio por 15 anos” de concessão pública para a exploração de linha férrea – Impresso/manuscrito, 1857 – Arquivo Nacional

03. Decreto n. 2015 de 7 de Novembro de 1857, concedendo a Mauá “privilégio exclusivo por 15 anos para o emprego de um sistema, por meio do qual as locomotivas a vapor podem vencer nos caminhos de ferro declives de um em dez e mesmo de um em oito” – Manuscrito, 1857 – Arquivo Nacional

04. Locomotiva A Baroneza sem os carros – Fotografia s.d. – Coleção particular

05. Integração marítimo-ferroviária do porto Mauá (antigo porto de Estrela), no início do século xx, após mais de cinqüenta anos em operação. Hoje o terminal está desativado. – Fotografia, Início do Século XX – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

06. Imagem do início dos trabalhos da construção da primeira estrada de ferro brasileira Litogravura, 1852 – Coleção particular

07. Alfândega. Praia dos Mineiros – Pieter Gotfried Bertic – Litogravura em O Rio de Janeiro e Seus Arrabaldes, c. 1850-1856 – Fundação Biblioteca Nacional

08. Praça do Commercio, Rua Direita – Pieter Gotfried Bertichem – Litografia colorida em O Rio de Janeiro e Seus Arrabaldes, c. 1850-1856 – Fundação Biblioteca Nacional

09. Inauguração da ferrovia D. Pedro II, no Rio de Janeiro, em 29 março de 1858 – François-René Moreaux – Litogravura e esboço a lápis em Le Monde Illustré, 5 de junho de 1858

10. Inauguração do Caminho de ferro de D. Pedro II – François-René Moreaux – Cerimônia realizada na plataforma do Rio de Janeiro em 29 março de 1858 – Grafite sobre papel – Fundação Biblioteca Nacional

11. Locomotiva A Baroneza com seus carros de passageiros nas comemorações do centenário da Independência em 1922 – Fotografia, s.d. – Coleção particular

12. Contrato de concessão ferroviário a Mauá assinado em 10 de novembro de 1857 – Manuscrito, 1857. – Arquivo Nacional

13. Luis Aleixo Bolanger – Aquarela e impressão sobre papel, s.d. – Arquivo Nacional / Museu Histórico Nacional

Em um tempo em que a nobreza imperial adotava símbolos ligados à terra, Mauá opta por um brasão com emblemas da modernidade, como a locomotiva, a iluminação a gás e a máquina a vapor. Na página 101, da esquerda para a direita e de cima para baixo, os brasões do Barão de Antonina (Henrique José da Silva), do Visconde de Jequitinhonha (Francisco Jê Acaiaba Montezuma), do Visconde de Ariró (Henrique José da Silva) e do Barão do Tinguá (Pedro Correa e Castro).

14. Imagens – O Barão da Ferrovia

15. Imagens – O Barão da Ferrovia

16. Imagens – O Barão da Ferrovia

17. Imagens – O Barão da Ferrovia

18. Detalhes da pá de prata com cabo de jacarandá, oferecido por Irineu a D. Pedro II, em 1852, no início das obras da primeira ferrovia brasileira Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

19. Detalhes do carrinho de obras de jacarandá, oferecido por Irineu a D. Pedro II, em 1852, no início das obras da primeira ferrovia brasileira – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

20. Detalhes do carrinho de obras de jacarandá, oferecido por Irineu a D. Pedro II, em 1852, no início das obras da primeira ferrovia brasileira – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

21. Píer do porto de Mauá, integração ferroviária e marítima, ainda em funcionamento em 1903 – Reprodução – Guia de Pacobaíba

22. Locomotiva A Baroneza – Fotografia, 2007 – Museu do Trem